Pintura, escultura, gravura, fotografia, objetos, desenhos, instalações, vídeo-arte, performances e intervenções urbanas farão parte do 8º Salão de Artes do SESC Amapá. Para isso, artistas interessados devem inscrever seus trabalhos até o dia 30 de julho, de acordo com o regulamento e ficha de inscrição que estão no site www.sescamapa.com.br
O Salão de Artes do SESC Amapá acontece bienalmente desde 1996, como instrumento de amadurecimento e reciclagem dos participantes e colaboração para a formação de cidadãos apreciadores, reflexivos e críticos em relação às experiências estéticas proporcionadas. A temática do Salão é a contemporaneidade.
O Salão proporciona premiações:
1º categoria (fotografia, escultura, objeto, pintura, gravura e desenho): R$4mil
2º categoria (instalação, vídeo-arte, áudio-instalação, performance e intervenção urbana): R$ 3.500,00
5 Prêmios incentivo: R$1.000,00
Cronograma:
Inscrição: até 30 de julho de 2010
Seleção: 13 a 15 de agosto de 2010
Resultado da Seleção: 16 de agosto de 2010
Recepção das obras: 17 a 25 de agosto de 2010
Montagem da exposição: 09 a 15 de setembro de 2010
Abertura: 17 de setembro de 2010
Duração: 17 de setembro a 18 de outubro de 2010
Juliana Coutinho
SESC/AP - Serviço Social do Comércio
ASCOM - Assessoria de Comunicação e Marketing
por; Katya Lacerda
terça-feira, 13 de julho de 2010
Workshop de jornalismo cultural hoje em Macapá
O jornalista gaúcho Fábio Gomes, apaixonado pela múscia popular brasileira feita no Norte do Brasil, criou espaços virtuais dedicados ao Som do Norte. Trabalha com jornalismo cultural e assessoria de imprensa, além de produção cultural.
Convidado pelo Coletivo Palafita para participar dos debates do Festival Quebramar, no último final de semana em Macapá, fará hoje um workshop sobre jornaismo cultural com foco nas mídias alternativas. O evento vai ocorrer no Instituto de Música Oscar Santos, às 19h30, com acesso gratuito."Os veículos da imprensa tradicional que relutem em enxergar as mudanças ocorridas no fazer e consumir cultural correm o risco de acabar falando para nichos, e não mais para as massas", explica Fábio na justificativa de seu workshop. O jornalista aponta caminhos alternativos e mais viáveis economicamente para divulgação da cultura, sobretudo os meios virtuais.
Marcia Correa
por; Katya Lacerda
terça-feira, 6 de julho de 2010
Tecnologia, Voto digital contra a fraude
Quando os cerca de 130 milhões de eleitores brasileiros saírem de casa para escolher os futuros governantes, em 3 de outubro, uma enorme estrutura tecnológica estará montada para garantir algo que parece impossível: a ausência de erros e fraudes no processo eleitoral. O símbolo máximo dessa meta é a urna eletrônica, máquina conhecida dos eleitores há, pelo menos, 10 anos. Foi em 1996 que o Brasil começou a testar esses equipamentos, que hoje fazem do país o único no mundo onde o voto é 100% eletrônico. Mas a estrela desses novos tempos da democracia não é a urna, e sim todo o sistema “invisível” que procura garantir a integridade da escolha de cada cidadão e que passa por atualizações a cada pleito.Tudo começa com o desenvolvimento do software que vai computar os votos dentro das urnas. O programa é criado por técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão máximo da Justiça Eleitoral(1), também responsável pela organização das eleições. “Esse programa recebe uma espécie de blindagem, uma certificação digital que garante duas coisas: a autoria do software e a sua integridade. Se nós alterarmos uma vírgula, um ponto sequer, a urna não rodará o aplicativo”, explica o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino. Depois de “lacrada”, uma cópia do programa fica guardada no cofre do TSE e outras vão para os tribunais regionais, que coordenam a instalação do aplicativo nas 400 mil urnas do país.
“O software viabiliza a computação da intenção dos eleitores de forma automatizada, sem a intervenção humana. Buscamos, com isso, eliminar a lentidão, o erro e fraude, ocorrências inerentes ao ser humano”, detalha Janino. No dia da eleição, a escolha de cada eleitor fica guardada dentro do equipamento da seção. O resultado só é conhecido depois que o mesário encerra a votação com uma senha, o que pode acontecer a partir das 17h. Não há um horário definido, porque, muitas vezes, ainda há fila para votar. Se o mesário não encerrar a coleta até a meia-noite, o sistema da urna, então, bloqueia o processo. O responsável por cada seção emite um relatório com o resultado dos votos do local — é a única etapa em que a informação deixa de ser virtual e vai para o papel. O documento é afixado nas seções para controle dos partidos, mas a computação total dos votos é feita digitalmente, com a transmissão dos dados aos tribunais regionais ou ao TSE, no caso da escolha do presidente.
Giuseppe Janino afirma que a tecnologia utilizada garante que qualquer possível falha seja auditada pelo tribunal ou por quem achar que houve fraude. “A cópia do software fica armazenada no TSE, quem se sentir prejudicado pode buscar o programa e fazer sua análise. A fraude é inviável hoje; todos os sistemas são desenvolvidos internamente, nada vem de fora”, diz o secretário de TI do TSE. O tribunal vai lançar, até o fim desta semana, um site com todas as informações sobre a urna eletrônica. O acesso à página será pelo portal do TSE (www.tse.gov.br).
Tecnologia na ponta dos dedos
Além de programas cada vez mais apurados, o órgão vai estrear em outubro um novo sistema de identificação dos eleitores. Em 60 municípios, o cidadão só poderá votar depois que um software verificar a impressão digital da pessoa. “Hoje, o eleitor chega à seção e apresenta dois documentos, o RG e o título. O mesário confere se é a mesma pessoa da foto, ainda há uma intervenção humana importante”, destaca Giuseppe Janino. Com o novo aplicativo, o computador vai “conferir” se o dono daquela mão é mesmo o eleitor que deve votar no local.
O cadastro das impressões digitais foi feito por convocação até 19 de março deste ano. Os dados — com informações pessoais, coleta de digitais e foto — estão armazenados no Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (Afis), o mesmo banco de dados utilizado pelo Instituto Nacional de Identificação (INI) da Polícia Federal. “Há vários tipos de identificação biométrica, pela face, pela íris, pela geometria das mãos. A mais utilizada é a digital, ela é segura, não há ninguém com uma digital; igual à de outra pessoa”, explica o diretor substituto do INI, Lander Bossois. A expectativa do TSE é fazer o cadastro biométrico de toda população votante dentro de sete anos.
O estudante Leandro Moreira de Castro, 28 anos, é um dos eleitores que vai usar a digital na hora de escolher presidente, governador, deputados e senador. O jovem vota em Ponte Nova, a 40km de Viçosa, em Minas Gerais. A cidade é uma das 60 onde a identificação biométrica já será aplicada. Leandro fez seu cadastro em janeiro deste ano e ficou surpreso com a agilidade na coleta dos dados. “Eu fiquei bastante satisfeito. Essas coisas, geralmente, demoram, mas consegui resolver tudo em poucos minutos”, conta o rapaz. “Morei um tempo no exterior e, sempre que falava das eleições no Brasil, as pessoas se impressionavam com o nosso sistema”, completa o estudante.
1 - Eleitorado sob controle
A Justiça Eleitoral faz, periodicamente, um recadastramento da população votante no Brasil. Isso ocorre quando o número de eleitores atinge 80% da população total. O levantamento é feito para evitar fraudes, como o voto de pessoas mortas, por exemplo. A ideia é aproveitar esse recadastramento para colher os dados biométricos.
Especialistas acham falhas
Relatório do Comitê Multidisciplinar Independente, grupo de estudiosos de computação, matemática e direito, entre outras, áreas apontou falhas no atual sistema eleitoral. A principal seria a impossibilidade de controle externo da apuração. O professor Pedro Dourado Rezende, do Departamento de Ciência da Computação da UnB, explica que as fraudes podem ocorrer dentro do TSE, já que o órgão controla todas as questões relativas ao processo. O problema, diz, não é a urna em si, mas o fato de que é impossível recontar os votos em um software independente.
Para Jorge Stolfi, do Instituto de Computação da Unicamp, é preciso incluir um elemento material que permita ao eleitor acompanhar se seu voto foi computado. “Os votos ficam armazenados apenas na forma de sinais elétricos e magnéticos — que o software pode ser programado para alterar”, opina o especialista. “A atual urna é vulnerável à manipulação por quem trabalha diretamente com o sistema.”
O documento dos especialistas foi entregue ao TSE em abril, mas o órgão questionou as conclusões. “O argumento usado foi uma suposta falta de representatividade institucional, pois cada autor do relatório fala por si e não por instituições”, diz Pedro Rezende. O Congresso Nacional tentou prever o registro material do voto, com lei do senador Roberto Requião (PMDB/PR). O texto acabou derrubado pela Justiça Eleitoral. No ano passado, o Congresso aprovou outra norma que instituiria o voto impresso a partir de 2014. “Infelizmente, estão sendo apresentadas propostas de lei que revertem essa prudente decisão”, lamenta Stolfi.
Amapá tem nota de 3,8 no Inep e não atinge meta nacional
Foi divulgado ontem (5), as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Amapá figura entre os estados que não alcançaram a meta nacional que era de 4,2. No entanto, o número revelou a evolução da educação amapaense, se for levado em conta que em 2007, a nota foi de 3,4. Dos 5.404 municípios avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), 84,9% atingiram as metas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no ano passado, levando em conta as séries iniciais do ensino fundamental das escolas da rede pública.
O Ideb foi criado em 2005 para medir a qualidade do ensino público no país e é calculado a cada dois anos, levando em conta as notas da Prova Brasil e os índices de reprovação. O Inep estabeleceu metas de qualidade que devem ser atingidas pelo país, pelos estados, municípios e pelas escolas. O objetivo é que a média nacional chegue a 6 em 2021.
Em 2009, 50,2% das cidades ficaram acima da média nacional, que foi de 4,6 pontos, em uma escala de 0 a 10. Na avaliação anterior, em 2007, 47% dos municípios conseguiram superar a média, que era de 4,2 pontos.
O pior resultado da avaliação realizada no ano passado foi registrado pelo município de Apuarema, com nota 0,5. A cidade fica no sul da Bahia, a 320 quilômetros de Salvador. Procurada pela Agência Brasil, a secretária de Educação do município, Zaira dos Santos, mostrou-se surpresa com o resultado, mas não quis comentar os motivos do baixo desempenho.
A nota mais alta foi no município paulista de Cajuru, no nordeste do estado, a 360 quilômetros da capital. Lá, a média das notas das escolas da rede pública ficou em 8,6.
Dos 11 municípios com as piores notas nas séries iniciais do ensino fundamental, seis estão na Bahia, dois no Piauí, dois na Paraíba e um no Pará. Dos 13 municípios com as notas mais altas, sete estão em São Paulo, cinco em Minas Gerais e um no Rio Grande do Sul.
Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Carlos Eduardo Sanches, a melhora nos resultados, especialmente nas séries iniciais, é reflexo de fatores como o estímulo à frequência na educação infantil, com maior investimentos, e a implantação do ensino fundamental de nove anos, que aumenta o tempo para a alfabetização, garantindo melhor desempenho na trajetória escolar.
Segundo ele, as regiões com melhor desempenho no Ideb são aquelas que contam com uma boa infraestrutura de prédios, biblioteca e acesso à internet, além de melhores salários e carreira adequada. “Quando há esses insumos, é possível colher resultados melhores. Há uma relação direta entre padrão mínimo de qualidade e resultado do Ideb. Isso está comprovado pela terceira vez”, avalia o dirigente.
O que é o Ideb
O Ideb é a "nota" do ensino básico no país. Numa escala que vai de 0 a 10, o MEC (Ministério da Educação) fixou a média 6, como objetivo para o país a ser alcançado até 2021.
O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar (ou seja, com informações enviadas pelas escolas e redes), e médias de desempenho nas avaliações do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o Saeb - para os Estados e o Distrito Federal, e a Prova Brasil - para os municípios.
Criado em 2007, o Ideb serve tanto como dignostico da qualidade do ensino brasileiro, como baliza para as políticas de distribuição de recursos (financeiros, tecnológicos e pedagógicos) do MEC. Se uma rede municipal, por exemplo, obtiver uma nota muito ruim, ela terá prioridade de recursos.
(Com informações da Agência Brasil)
Piores notas:
Município Ideb 2009
Apuarema (BA) 0,5
Chaves (PA) 1,4
Pedro Alexandre (BA) 2,0
Nilo Peçanha (BA) 2,1
Manoel Vitorino (BA) 2,1
Duas Estradas (PB) 2,2
Santa Inês (PB) 2,2
São Félix do Piauí (PI) 2,2
Dario Meira (BA) 2,2
Pilão Arcado (BA) 2,2
Bonfim do Piauí (PI) 2,2
Melhores Notas:
Município Ideb 2009
Cajuru (SP) 8,6
Claraval (MG) 8,2
Neves Paulista (SP) 8,1
Fernão (SP) 8,0
Itajobi (SP) 7,5
Rubinéia (SP) 7,5
Cândido Rodrigues (SP) 7,5
José Raydan (MG) 7,5
Soledade de Minas (MG) 7,4
Marapoama (SP) 7,3
Pedra do Indaiá (MG) 7,3
Dois Lajeados (RS) 7,3
Gonçalves (MG) 7,3
Fonte: Ranking baseado em dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)
Presidente do TSE autoriza veiculação de propaganda institucional do Enem
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, autorizou a veiculação, no período eleitoral, de propaganda institucional do governo federal que alertará os estudantes sobre o prazo de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que termina dia 9 de julho. A propaganda será feita por meio de rádio e TV.Ao examinar o pedido feito pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República para a liberação da propaganda, o ministro Ricardo Lewandowski lembrou que a Justiça Eleitoral pode permitir a publicidade institucional em caso de grave e urgente necessidade pública.
Em sua decisão, o presidente do TSE afirma que o Enem é um certame que tem como objetivo não somente avaliar os estudantes de ensino médio do país, mas, também, constitui meio de seleção para o ingresso nas universidades públicas federais.
O Enem está previsto para ocorrer nos dias 6 e 7 de novembro deste ano, sendo necessário um período mínimo de antecedência para a divulgação e realização das inscrições que, neste ano, coincidem com o começo do período eleitoral.
“No caso, vislumbra-se a ressalva contida no dispositivo em questão, tendo em vista que há necessidade pública quanto à realização do referido exame e, por conseguinte, quanto à ampla divulgação do período para realização das inscrições, com o fim de alcançar o maior número de estudantes para participarem dele”, destaca o presidente do TSE.
O ministro Ricardo Lewandowski recorda ainda que, em processos envolvendo a divulgação do Enem durante períodos de eleições anteriores, o TSE autorizou a propaganda justamente por reconhecer que a divulgação se enquadrava na exceção prevista em dispositivo do artigo 73 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97).
Na decisão, o presidente do TSE ressalta que “não se vislumbra nenhuma intenção eleitoreira ou de promoção do atual governo no material de propaganda que acompanha a petição”, como atesta parecer da Assessoria Especial da Presidência da Corte.
BNDES
O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, indeferiu, em outra decisão, pedido também feito pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pudesse veicular material de divulgação do projeto “Quintas no BNDES”.
O ministro lembrou que item do artigo 73 da Lei das Eleições proíbe publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, nos três meses que antecedem às eleições. A exceção são os casos de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral.
O presidente do TSE informa que, no ofício encaminhado ao TSE, não consta qualquer justificativa quanto à grave e urgente necessidade pública apta a autorizar a publicidade institucional no período eleitoral. Segundo o ministro, não há também informação sobre o período em que a divulgação seria feita, se durante um tempo determinado ou ao longo de todo o período eleitoral.
“A improcedência do pedido é manifesta”, destaca o ministro Ricardo Lewandowski na decisão.
(TSE)
Candidatos são registrados agora deferimento cabe ao TRE
A exemplo dos anos anteriores os representantes das coligações e partidos deixaram para última hora para fazer o registro das candidaturas, cujo prazo terminou às 19h de ontem. E depois de tantas especulações, o ex-secretário Alberto Góes, foi o escolhido para ser o vice na chapa de Pedro Paulo, candidato a reeleição ao governo do Estado. No final a coligação "O Trabalho Precisa Continuar" ficou composta pelo seguintes partidos PP, PDT, DEM, PCdoB, PHS, PTdoB, PSL,PR, PRB.De acordo com o que foi declarado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a chapa majoritária estabeleceu como limite de gasto na campanha o valor de R$ 3 milhões, R$ 1,2 milhão para o Senado, R$ 500 mil para federal e R$ 250 mil para quem concorrer ao cargo de deputado estadual.
Já o PSDB confirmou os nomes de Jorge Amanajás e Francisca Favacho (PMDB), como candidatos a governador e vice, respectivamente. Na coligação "Amapá Mais Forte" ainda figuram os seguintes partidos: PV, PSC, PPS e PTN. Na majoritária o partido declarou que pretende gastar R$ 6 milhões, além de R$ 1,5 milhão para senador, R$ 1 milhão para federal e R$ 500 mil para estadual.
A coligação "União Popular Pela Mudança" composta pelos seguintes partidos PTB, PSDC, PNM, PSOL e PTC, confirmou o nome de Lucas Barreto, candidato ao governo e do empresário Jaime Nunes a vice. Para majoritária o partido declarou que pretende gastar R$ 3 milhões, R$ 900 mil para o Senado, R$ 800 mil para federal e R$ 600 mil para estadual.
Coligação Frente Popular, composta pelo PSB e PT também pretende gastar o teto máximo de R$ 3 milhões na campanha, R$ 1,5 milhão para senador, R$ 800 mil para federal e R$ 600 mil para estadual. A chapa majoritária é composta por Camilo Capiberibe e Doralice Nascimento.
O PSTU é o único partido que não coligou com ninguém para nenhum cargo. Para governador o candidato é Genival Cruz e vice será Andreia Ribeiro. Terá um candidato ao Senado, um a federal e um a estadual.
Nos bastidores do protocolo
O representante da coligação Frente Popular, Cláudio Pinho, disse ontem, enquanto aguardava a vez para fazer o registro das candidaturas, que o PSB só não coligou com o PSDB, de Jorge Amanajás, por conta das especulações indicando que o presidente da Assembleia poderia abrir mão de sua candidatura para ser vice de Pedro Paulo. "Não podíamos arriscar. Foi quando as conversar com o PT ficaram mais próximas e vimos que havia possibilidade do segundo turno, foi quando tomamos a decisão", disse.
O vice de Pedro Paulo
Somente ontem pela manhã é que foi oficializado o nome do vice de Pedro Paulo. Alberto Góes é funcionário do Ministério da Ciência e Tecnologia, mas à disposição do governo do Amapá há vários anos. Foi secretário de Estado nos governos de João Alberto Capiberibe (PSB) e de Waldez Góes (PDT).
Os candidatos ao Senado
Pela coligação o Amapá Precisa Continuar é Waldez Góes (PDT). Já pela coligação Amapá Mais Forte os dois nomes são: Papaléo Paes (PSDB) e Gilvam Borges (PMDB). Na Frente Popular quem disputa a vaga é o Alberto Capiberibe (PSB) e professor Marcão (PT). Randolfe Rodrigues (PSOL) disputa a vaga pela coligação União Popular. Já o candidato do PSTU será Cláudio Góis.
Matéria: Paulo Ronaldo Almeida
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Investimento estrangeiro vai gerar16 mil empregos, diz governador


Ao chegar no Aeroporto Internacional de Macapá, na tarde de ontem (24), o governador Pedro Paulo anunciou, durante entrevista coletiva, o investimento de mais de R$ 4 milhões ainda este ano que será feito no Estado por um grupo empresarial da Indonésia, para onde estava em viagem de negócios. Segundo o governador, o injeção econômica que será aplicada vai possibilitar a geração de mais de 16 mil empregos no Amapá.
De acordo com dados do gabinete civil do Governo, o grupo empresarial daquele país, vai investir na exploração de dendê no Estado. E para isso, pretende investir US$ 1,3 bilhão, em quatro anos.
Pedro Paulo foi à Indonésia convidado pelo presidente do grupo, Antoni Salim, para participar de um encontro com os diretores da empresa e afirmar o compromisso do Estado em ajudar o grupo na instalação. Nesse sentido, o governador disse que o Estado tem as estruturas de incentivo como as isenções fiscais da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana e as vantagens que a Suframa oferece nas transações de produtos e mercadorias.
“Precisamos buscar novos investimentos para o Amapá, somente o poder público não é suficiente para gerar mais empregos, por isso devemos buscar alternativas econômicas para o desenvolvimento do Amapá dentro do Plano de Prioridades para o Desenvolvimento Humano (PPDH)”, disse o governador.
Vale lembrar que estados como Pará, Maranhão, Amazonas, Piauí e Rio Grande do Norte estavam interessados em ganhar os investimentos do Grupo, cujo valor total é superior a R$ 1 bilhão. O governo maranhense, inclusive, teria colocado a disposição dos empresários cerca 400 mil hectares de terra sem custo nenhum. No entanto, o Amapá foi o escolhido.
Muitos fatores contribuíram para que os investimentos fossem feitos aqui, como a localização geográfica do Amapá. O fato de estar na linha do equador favorece o plantio de palma (palmeira de dendê) que se adapta muito bem em uma variação de temperatura entre 10º graus abaixo ou acima da linha imaginária. O grupo também pretende chegar aos mercados da Europa e dos Estados Unidos.
“Temos uma posição geográfica que favorece essa relação comercial com outros portos da Europa, Caribe e América do Norte”, disse Pedro Paulo lembrando que o Amapá pode ser o trampolim para outros países abaixo da linha do equador entrarem nesses mercados, ou seja, é uma vantagem geográfica em relação aos concorrentes.
O Grupo Salim é considerado um dos maiores do mundo. Além do dendê, a empresa pode trabalhar na produção de biodiesel, margarina, óleo de cozinha, graxas, óleos finos para cosméticos e fármacos, sabão, dentro outros. Uma representação da empresa está instalada no Estado, é a Rio Grande. As atividades devem começar em setembro. Já o trabalho no campo, só a partir de janeiro de 2011.
As áreas de plantação de palma se espalham por quatro municípios: Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Amapá e uma parte de Porto Grande, somando 200 mil hectares. O setor industrial ficará em Santana.
Matéria: Fernando França
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